domingo, 1 de maio de 2011

Não tendo nada
Revestirei-me de amores
De cores de todas as formas
Do chão às nuvens remeterei-me
Por sonhos mais deliciosos
Alimentar-me-ei
De ti
Do que me dereis
Dos sabores dos lábios e da língua
Só da sua e de mais ninguém
Quero deleitar-me nos teu braços
Nos abraços
No teu corpo cálido
Doce frescor da tua pele
Da sua presença, até que se vás
E mesmo assim sentirei completo
Pois, mesmo não te tendo por perto
Teu perfume continuará comigo
Alimentando a lembrança da tua volta

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