Quem viu a lua hoje?
Linda e reluzente
Mas nem sempre é assim tão bela
Obscura ela se esconde
Se rebusca na sua beleza invisível
Talvez para após desfilar pelas suas fases
Reaparecer tão nova e cheia,
Cheia aos nossos olhos
Que encanto!
Sou como a lua,
Apareço e sumo
Me rebusco no desconhecido do meu eu
De fases em fases refaço-me
Ora minguante, sereno e calmo
E por vezes, cheio, novo e belo
Por outras vezes, nuvens me escondem
Aos olhos de quem me procura
Mas, como a lua mesmo sem estar presente iluminando o céu
Sabemos que ela está lá
No seu lugarzinho esperando o momento para reaparecer
Pois, sabes que seu encanto não seria o mesmo se a tivéssemos por todas as noites
Ainda bem que existem fases
Sem graça seria, se tu lua fosse somente uma
Pois, em cada faceta tua uma história pode ser contada
Um enredo traçado
Um mistério desvendado
Assim como tu, não sou somente um
Sou vários...
Novo a cada instante,
Cheio... De dúvidas, certezas, alegrias e lágrimas
Minguante na minha pequenez de vil humano,
Crescente na busca de ser a cada dia um ser que é capaz de perdoar os outros, mas buscando acima de tudo perdoar a mim mesmo...
E se buscas em mim uma só faceta
Desculpe-me!
Pois não terás
Sou filho da lua e assim como ela tenho minhas fases
E para quem não me conhece de verdade e tenha dúvida do meu caráter deixo um recado:
Minha essência permanecerá intacta independente da fase na qual estarei.
Aqui fixarão os pensamentos mais íntimos que pairam no universo da minha, ainda desconhecida, mente...
sábado, 7 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Não tendo nada
Revestirei-me de amores
De cores de todas as formas
Do chão às nuvens remeterei-me
Por sonhos mais deliciosos
Alimentar-me-ei
De ti
Do que me dereis
Dos sabores dos lábios e da língua
Só da sua e de mais ninguém
Quero deleitar-me nos teu braços
Nos abraços
No teu corpo cálido
Doce frescor da tua pele
Da sua presença, até que se vás
E mesmo assim sentirei completo
Pois, mesmo não te tendo por perto
Teu perfume continuará comigo
Alimentando a lembrança da tua volta
Revestirei-me de amores
De cores de todas as formas
Do chão às nuvens remeterei-me
Por sonhos mais deliciosos
Alimentar-me-ei
De ti
Do que me dereis
Dos sabores dos lábios e da língua
Só da sua e de mais ninguém
Quero deleitar-me nos teu braços
Nos abraços
No teu corpo cálido
Doce frescor da tua pele
Da sua presença, até que se vás
E mesmo assim sentirei completo
Pois, mesmo não te tendo por perto
Teu perfume continuará comigo
Alimentando a lembrança da tua volta
Livro-me...
Estou em apuros
Sufoco-me com os meus pensamentos
Dia de sol e eu aqui trancado
Trancando em mim
Eles me prendem
Não me deixam de forma alguma
Quem são?
De onde surgem?
Não sei.
Os pensamentos surgem do nada ou de algo isolado
Mas, admito, alguns são permanentes
Sua imagem é forte
A lembrança dos dias ao seu lado
O desejo de não te ter dentro de mim
Sufoco...
Desejo fugir de mim,
De ti
Busco um esconderijo
Desejo não mais encontrar-te
Nem mesmo em pensamentos
Pergunto-me se existe antídoto para apagar lembranças, pensamentos...
Gostaria de arrancar-te dos devaneios diários
Guardar-te em gavetas que jamais serão abertas
Pois, tu fazes meus dias terem pausas incompreendidas
Quero seguir sem culpa ou peso
Por isso, dispo-me de ti
Dessa forma, sentirei-me mais livre
Sufoco-me com os meus pensamentos
Dia de sol e eu aqui trancado
Trancando em mim
Eles me prendem
Não me deixam de forma alguma
Quem são?
De onde surgem?
Não sei.
Os pensamentos surgem do nada ou de algo isolado
Mas, admito, alguns são permanentes
Sua imagem é forte
A lembrança dos dias ao seu lado
O desejo de não te ter dentro de mim
Sufoco...
Desejo fugir de mim,
De ti
Busco um esconderijo
Desejo não mais encontrar-te
Nem mesmo em pensamentos
Pergunto-me se existe antídoto para apagar lembranças, pensamentos...
Gostaria de arrancar-te dos devaneios diários
Guardar-te em gavetas que jamais serão abertas
Pois, tu fazes meus dias terem pausas incompreendidas
Quero seguir sem culpa ou peso
Por isso, dispo-me de ti
Dessa forma, sentirei-me mais livre
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